sábado, 27 de junho de 2009

TEXTOS DESCRITIVOS

Descrever é uma atividade na qual se utilizam os sentidos (visão, audição, gosto, talo e olfato) para captar a realidade e traduzi-la num tecido verbal. Ou seja, a realidade que nos cerca pode ser apreendida pelos sentidos depois interpretada através de imagens lingüísticas.

Desenvolver a percepção sensorial (referente aos sentidos) para descrever significa despertar os sentidos às vezes adormecidos ou embotados e, além disso, exercitar a nossa imaginação criadora.

O texto descritivo, desse modo, vai se caracterizar pela exposição de detalhes significativos de pessoas, objetos e situações, levantados a partir de um exercício de percepção sensorial e de imaginação criadora. No entanto, não é muito comum a criação de textos descritivos puros. Eles sempre aparecem incorporados as narrativas ou auxiliando a argumentação.

Trata-se de um recurso que, bem utilizado, enriquece, portanto, outros tipos de texto: a narração de um acidente, por exemplo, deve contar com a descrição de lugares e pessoas; uma dissertação pode descrever dados e situações que contribuam para a construção dos argumentos.

Há descrições literárias e técnicas. Nas primeiras, o que importa é a transmissão de impressões que o objeto desperta em quem descreve; e, de fato, uma interpretação daquilo que se vê. já as segundas se constituem em um detalhamento de características, objetivando a exatidão, uma espécie de fotografia do objeto visto.

“um bom observador sabe que, em todos os seres, objetos e paisagens, há
pormenores que os individualizam e que impressionam os sentidos”.

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